OLHO ARTIFICIAL


ATENÇÃO

    Todas as informações contidas nesta página foram extraídas de jornais, revistas e Internet.
    A Sociedade de Assistência aos Cegos (http://www.sac.org.br) está apenas informando que existem estudos em outros países, sobre os temas conhecidos como Olho Artificial, Olho Eletrônico ou Visão Eletrônica.

BÉLGICA
Universidade Católica de Louvain

    A Universidade Católica de Louvain, na Bélgica, desenvolveu o primeiro olho artificial completo diretamente conectado ao nervo óptico. Em fase experimental, o olho artificial dá esperança de um dia recuperar a visão de muitos cegos, como também, aqueles cujas retinas foram destruídas ou danificadas.

NOVA YORK
Instituto Dobelle

    O médico William Dobelle, diretor do Instituto Dobelle, de Nova York, desenvolveu o primeiro olho artificial que permite enxergar através do estímulo direto do córtex cerebral.
    Estudos mostram que é pouco provável que o sistema sirva para pessoas nascidas cegas, porque, nesses casos, o cérebro nunca aprendeu a ver.
    Um voluntário de 62 anos, cego há 26, foi usado para os primeiros testes. No alto do crânio, do homem tem um buraco de 5 milímetros de diâmetro no qual foi encaixado o terminal com os fios que descem até os eletrodos. O cabo conecta o cérebro com uma caixa que o voluntário leva na cintura, em que há dois computadores. O primeiro envia sinais ao cérebro e o segundo recebe sinais de uma microcâmera colocada no lado direito dos óculos. No lado esquerdo há um sensor de laser que serve para medir a distância e a posição dos objetos. A imagem da câmera é traduzida em sinais que estimulam os neurônios do córtex visual. A imagem produzida não parece ser clara, porém faz muita diferença para quem não via nada.

    Para maiores detalhes, indicamos:

Artificial Vision for the Blind - propriedade de Dobelle Institute e Institut Dobelle AG (Zurich). Olho Artificial

CAROLINA DO NORTE
Universidade da Carolina do Norte e Hospital Johns Hopkins

    Estudos estam sendo realizados por engenheiros da Universidade da Carolina do Norte e médicos do Hospital Johns Hopkins, no sentido de ser colocação de um chip na retina de pessoas que tiveram essa região dos olhos destruída. A imagem é captada por uma microcâmera nos óculos. Mas os sinais são transmitidos por rádio para o chip que estimula o nervo óptico. Só então são enviados para ser interpretados pelo córtex visual.


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